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  Título
Pier Paolo Pasolini: resenhas cinematográficas
Autor
Mariarosaria Fabris
Resumo Expandido
Desde o XIII Encontro Anual da SOCINE, tenho me dedicado sistematicamente a analisar, dentro da temática das relações entre cinema e literatura, escritores italianos que se interessaram pela sétima arte. Em 2009, apresentei a comunicação “Cesare Pavese: diálogos com o cinematógrafo"; em 2010, “Bertolucci, crítico cinematográfico”.

Neste ano, minha atenção volta-se para as resenhas cinematográficas que Pier Paolo Pasolini divulgou nas orelhas de alguns roteiros publicados e nos periódicos “Reporter” (dezembro de 1959–março de 1960), “Vie nuove” (outubro de 1960–janeiro de 1965), “Tempo illustrato” (outubro de 1968–janeiro de 1969), “Paese sera” (maio de 1970), “Playboy” (janeiro–fevereiro de 1974), “Cinema nuovo” (maio–outubro de 1974), “Il messaggero” (outubro de 1974).

Atividade esporádica que, mais do que constituir propriamente um trabalho de crítica cinematográfica das obras focalizadas, revela os gostos, as paixões, os afetos e desafetos do escritor e cineasta.

Ademais, essas resenhas, algumas vezes, servem também para Pasolini exaltar seu trabalho de roteirista, sobretudo de obras anteriores à sua estreia como diretor, e de realizador em relação a filmes contemporâneos de suas produções.

Como não poderia deixar de ser, os textos frequentemente são bastante polêmicos, pois não faltam discordâncias no que diz respeito a obras ou cineastas consagrados pela crítica.





Bibliografia

KEZICH, Tullio. “Noi che abbiamo fatto La dolce vita”. Palermo: Sellerio, 2009; ________. “Nota”, “Repertorio dei cineasti e dei film citati”, “Sotto la maschera cretina”. In: PASOLINI, Pier Paolo. “I film degli altri”. Parma: Guanda, 1996, p. 173-174, 141-172, 7-14; PASOLINI, Pier Paolo. “Album Pasolini”. Milano: Mondadori, 2005; ________. “Le belle bandiere: dialoghi 1960-65”. Roma: Editori Riuniti, 1977; ________. “Il caos”. Roma: Editori Riuniti, 1979; ________. “Empirismo eretico”. Milano: Garzanti, 1972; ________. “I film degli altri”, cit.; ________. “La religione del mio tempo”. Torino: Einaudi, 1982.